20 anos da Republic of Gamers, segunda parte: a ROG assume a liderança nos monitores

A rear view of the ROG PG27AQWP-W monitor in a white office

É praticamente impossível subestimar a importância dos monitores gaming. É no ecrã que vês o resultado da combinação de todos os outros componentes, numa sequência interminável de imagens envolventes. É ali que uns e zeros abstratos ganham vida e se transformam em mundos digitais prontos para serem conquistados e explorados.  

Como gamer em 2025, tens uma quantidade absurda de opções quando falamos de monitores gaming. Não tens de abdicar de nada — quer procures um ecrã mais acessível para pôr o teu setup de PC a funcionar, quer estejas a pensar num upgrade topo de gama. Mas quem já anda nisto há anos sabe que nem sempre foi assim.

Quando a Republic of Gamers apareceu em 2006, os monitores disponíveis muitas vezes não acompanhavam o ritmo cada vez mais acelerado do gaming competitivo. A indústria estava a fazer a transição dos pesados CRT dos anos 90 para o novo mundo dos LCD e, para ser simpático, a coisa foi tudo menos simples. Estes novos ecrãs libertaram espaço na secretária, mas os primeiros painéis LCD tinham limitações claras para gaming. A forma como funcionavam fazia com que o motion blur e o tempo de resposta se tornassem temas constantes entre os jogadores. As taxas de atualização eram fixas e, na maioria dos casos, ficavam-se pelos 60 Hz. Para combater o screen tearing, os jogadores recorriam ao VSync — que muitas vezes era trocar um problema por outro, já que resolvia o tearing mas introduzia latência.  

A frustração era geral. O cenário pedia mesmo uma revolução. Nos bastidores, o laboratório da ROG fervilhava, com a equipa a desenvolver e testar novos protótipos.

Esta é a segunda parte da nossa retrospetiva em várias partes sobre o 20.º aniversário da ROG. Clica aqui tpara veres a série completa de artigos.

O ROG Swift PG278Q revolucionou os monitores gaming com G-SYNC e muito mais

Antes sequer de lançarmos o primeiro monitor ROG, a ASUS já estava a trabalhar para melhorar a experiência de jogo nos ecrãs. Em 2012, lançámos o ASUS VG248QE, o primeiro monitor gaming de 144 Hz do mundo.

Embora muitos monitores de 60 Hz dessa altura pudessem ser “overclockados” para 75 Hz ou 80 Hz, o VG248QE destacou-se por trazer 144 Hz de fábrica — algo verdadeiramente inovador em 2012. Este salto enorme na taxa de atualização deu aos jogadores competitivos uma vantagem de milésimos de segundo sobre quem ainda jogava em 60 Hz. Quase de um dia para o outro, os 144 Hz ajudaram a pôr fim à ideia de que 60 Hz e 60 FPS eram o padrão para gaming. 

Substituir esse padrão foi um grande passo em frente, mas o VG248QE ainda não era suficientemente revolucionário para ser considerado um monitor ROG. Era preciso ir mais longe — sobretudo no problema das taxas de frames fixas. Nos jogos, os FPS variam consoante a cena, mas os monitores atualizam-se a um ritmo fixo, criando um desfasamento que afeta a imersão através de tearing, stutter e atrasos na resposta. Em 2013, a NVIDIA resolveu parte deste problema com o G-SYNC.

Two views of the ROG Swift PG278Q, the first ROG monitor and the world's first 1440p 27-inch 144Hz monitor with G-SYNC technology

A tecnologia G-SYNC sincronizou a taxa de atualização do ecrã com a taxa de frames da gráfica, melhorando drasticamente a fluidez. Em 2014, trouxemos esta inovação para o mercado com o ROG Swift PG278Q — o primeiro monitor ROG e também o primeiro monitor de 27’’ com G-SYNC nativo e resolução 1440p. Com taxas até 144 Hz, oferecia uma fluidez sem tearing e com latência mínima. Desde então, os monitores gaming nunca mais foram os mesmos.

O Swift original ia muito além da taxa de atualização variável. Oferecia resolução 2560 × 1440 num painel de 27 polegadas — uma combinação que ainda hoje é das mais equilibradas para gaming. Aperfeiçoámos o design em todos os detalhes: molduras finas para setups com vários monitores, um revestimento antirreflexo para reduzir distrações e um suporte totalmente ajustável para encontrares a posição ideal. Também repensámos o menu no ecrã, com uma interface mais intuitiva controlada por um mini-joystick. Em vez de te obrigar a lidar com botões pouco práticos, o PG278Q permitia-te ajustar tudo de forma rápida e direta.

Se estiveres a sentir alguma nostalgia pelo ASUS VG248QE, não te preocupes — ele não desapareceu do mapa. A comunidade de entusiastas prolongou-lhe a vida através de upgrades DIY. A NVIDIA até lançou um kit de modificação que permitia adicionar G-SYNC ao modelo. Alguns utilizadores mais avançados foram ainda mais longe, melhorando a nitidez de movimento e tornando-o num favorito entre entusiastas de afinação de imagem. Hoje, esse espírito continua vivo em comunidades como o Blur Busters, bem conhecido entre quem leva a performance visual a sério. Mesmo que não os conheças pelo nome, talvez reconheças o seu característico OVNI.  

A corrida por altas taxas de atualização 

Os jogadores depressa perceberam o valor competitivo de taxas de atualização elevadas e começaram a pedir mais — muito mais. A tecnologia LCD evoluiu rapidamente nos anos seguintes ao PG278Q. Em 2017, demos o próximo grande salto com o ROG Swift PG258Q, to primeiro monitor G-SYNC de 240 Hz do mundo.

A front view of a complete ROG gaming setup including the ROG Swift PG258Q, with the game Fortnite being played on the screen

Em 2020, com a popularidade dos battle royales e FPS a disparar — do Counter-Strike ao Fortnite e Apex Legends — os jogadores começaram a exigir hardware cada vez mais rápido. As taxas de atualização elevadas tornaram-se prioridade absoluta, e não por acaso estudos da NVIDIA em 2019 mostraram que jogar a 144 FPS ou mais melhora o desempenho competitivo na maioria dos jogadores.

Foi nesse contexto que lançámos o ROG Swift PG259QN, o nosso primeiro monitor gaming de 360 Hz, desenvolvido com a NVIDIA e pensado para esports de alto nível. Em 2022, elevámos a fasquia novamente com o ROG Swift PG27AQN, ambém de 360 Hz, mas num formato de 27 polegadas e 1440p — mais equilibrado para jogadores competitivos que não querem abdicar de detalhe.

A complete gaming setup featuring the ROG Swift XG248QSG Ace gaming monitor and a custom PC built in the ROG Hyperion chassis

Em 2023, fomos ainda mais longe com o ROG Swift Pro PG248QP, atingindo uns impressionantes 610 Hz — um monitor pensado para o mais alto nível de competição, presente em torneios como os da BLAST Premier em 2026.

Hoje, o topo da gama é o ROG Swift OLED PG27AQWP-W. Hoje, o topo da gama é o ROG Swift OLED PG27AQWP-W. Este monitor OLED de modo duplo funciona a 1440p e 540 Hz por defeito, mas com um simples toque podes ativar o Frame Rate Boost e jogar a 720p e 720 Hz.  

A luta contra o motion blur

Parte disso vem das limitações dos LCD: cada píxel precisa de tempo para mudar de cor e, durante essa transição, há um intervalo em que o movimento fica visivelmente desfocado, especialmente com a retroiluminação sempre ligada. Para que um novo fotograma seja apresentado, é necessário enviar um novo valor de cor a cada píxel, e cada um deles demora um pequeno — mas mensurável — tempo a fazer essa mudança. Num LCD típico com retroiluminação constante, consegues ver toda essa transição. É essa transição visível que causa o desfoque de movimento (motion blur).   

Ao longo dos anos, temos trabalhado para mitigar este tipo de desfoque. O nosso primeiro monitor de 240 Hz, o ROG Swift PG258Q, oferecia um tempo médio de resposta extremamente baixo de 1 ms, juntamente com uma configuração de overdrive afinada que fazia um excelente trabalho a eliminar transições lentas dos píxeis com mínimo overshoot. Os nossos mais recentes monitores gaming ROG OLED vão ainda mais longe: com tempos de resposta que podem descer até 0,02 ms (GTG), fazem a transição quase instantaneamente para uma nova cor.

Mas o desfoque relacionado com transições lentas dos píxeis é apenas um tipo. Também sentes desfoque porque os ecrãs modernos usam algo chamado “sample-and-hold” para apresentar cada fotograma. Ao contrário dos antigos CRT, em que um fotograma “desvanecia” depois de ser desenhado, os LCD desenham o fotograma e mantêm-no no ecrã até que o próximo seja apresentado. Isto é importante porque cria uma espécie de “desfoque” que sentes mesmo que o ecrã em si não esteja a desfocar. Acontece quando os teus olhos tentam acompanhar objetos em movimento ao longo de frames estáticos.A front angle view of the ROG Strix XG35VQ gaming monitor

A nossa abordagem principal para este segundo tipo de desfoque é imitar o comportamento de “desvanecimento” dos antigos monitores CRT através de backlight strobing. Com esta técnica, o teu monitor desliga a retroiluminação entre atualizações dos píxeis. Ecrãs com esta tecnologia, como o ROG Strix XG35VQ de 2017, mostram os píxeis apenas quando a sua cor está correta e, como cada imagem é exibida apenas por breves instantes enquanto a retroiluminação pisca, o efeito de persistência dos nossos olhos praticamente desaparece.  

Infelizmente, o backlight strobing não se deu historicamente bem com a tecnologia de taxa de atualização variável (VRR). Na prática, os jogadores têm tido de escolher entre uma ou outra, já que fazer a retroiluminação piscar a uma frequência variável pode causar problemas como cintilação e efeito de imagem dupla. Conseguimos ultrapassar essa limitação com tecnologia que combina backlight strobing e VRR, mas esta abordagem também tem desvantagens: como a retroiluminação está ligada durante menos tempo, a imagem pode parecer mais escura. Não existe uma solução única ideal para definir durante quanto tempo a retroiluminação deve pulsar e com que brilho, porque podem surgir artefactos como duplicação de imagem dependendo da zona do ecrã e das variações na taxa de renderização do jogo. Se juntares VRR e overdrive à equação, tudo se torna rapidamente mais complexo.

O G-SYNC Pulsar muda mesmo o jogo 

Tudo isto começa a mudar em 2026. Temos andado a trabalhar de perto com a NVIDIA para criar uma abordagem de nova geração, e o resultado é o G-SYNC Pulsar. Para juntar a fluidez do VRR com o timing super preciso que o backlight strobing precisa, o G-SYNC Pulsar usa um algoritmo novo que ajusta dinamicamente os padrões de strobing às taxas de renderização — mesmo quando elas vão variando ao longo do tempo. Na prática, isto traduz-se numa mira mais precisa e numa imagem muito mais nítida e clara. O G-SYNC Pulsar usa backlight strobing com frequência variável para dar até 4x mais clareza de movimento, ao mesmo tempo que mantém a suavidade do G-SYNC com taxa de atualização variável.

The ROG Strix Pulsar XG27AQNGV gaming monitor from a front view against a stylized cyberpunk background

O primeiro monitor a trazer esta nova tecnologia é o ROG Strix Pulsar XG27AQNGV. Feito a pensar sobretudo nos esports, este monitor dá-te uma experiência competitiva de topo, com um painel de 27 polegadas, resolução 1440p e uma taxa de atualização de 360 Hz. A tecnologia IPS ultrarrápida oferece o tempo de resposta mais rápido que já conseguimos num ecrã LCD 1440p, e inclui até o nosso ajuste de proporção para esports, que te permite reduzir a imagem para o equivalente a 25 polegadas — ideal para conseguires ver tudo dentro do teu campo de visão. E claro, com a tecnologia G-SYNC Pulsar, até aquele mínimo rasto de motion blur praticamente desaparece.

A revolução dos monitores OLED leva as cores a outro nível

Durante muito tempo, os LCD dominaram completamente, mas houve uma mudança brutal na tecnologia de ecrãs que trouxe um novo concorrente para o jogo. Os painéis OLED saltaram das TVs e dos smartphones para o mundo dos PCs — primeiro em portáteis como o Vivobook Pro 15 OLED de 2021, e depois para desktops com modelos como o ROG Swift OLED PG42UQ e o ROG Swift OLED PG48UQ, que apareceram em 2022.

Estes monitores gaming OLED grandes e imponentes chamaram logo a atenção. Enquanto nos LCD os píxeis pretos ainda deixam passar um bocadinho de luz da retroiluminação (e por isso parecem mais cinzentos escuros), nos OLED cada píxel é controlado individualmente. Resultado: pretos mesmo profundos, quase “tinta”, e destaques super brilhantes e cheios de cor. A nível de cor, os OLED estão noutro campeonato — oferecem uma precisão que antes só encontravas em monitores profissionais de referência.

Ao juntarem specs pensadas para gaming (como altas taxas de atualização e VRR) com esta tecnologia OLED de topo, os novos monitores gaming ROG acertaram mesmo em cheio. E há um ponto onde eles brilham especialmente: no motion blur. Normalmente, os monitores OLED têm tempos de resposta que não são só mais rápidos que os LCD — são uma ordem de grandeza mais rápidos. Com tempos gray-to-gray à volta dos 0,02 ms, os píxeis mudam de cor quase instantaneamente.

A front and back view of the ROG Swift OLED PG27AQWP-W gaming monitor

Ecrãs como o ROG Swift OLED PG27AQWP-W vão ainda mais longe com uma versão de ELMB pensada especificamente para OLED. Em vez de backlight strobing (já que não há retroiluminação), usam uma técnica chamada black frame insertion. Com este modo ativo, cada dois fotogramas, um deles é totalmente preto. Isto reduz a taxa de atualização efetiva para metade, mas tendo em conta que o monitor corre a 540 Hz, é um compromisso bastante aceitável. Na prática, ficas com uma imagem a 1440p e 270 Hz, ainda bem luminosa e com praticamente zero motion blur. Para muitos jogos, isso é basicamente a receita perfeita.

Chegar a todos os gamers com diferentes tamanhos, formatos, tipos de painel e preços  

Uma das grandes vantagens que a ROG tem no mercado dos monitores é a variedade. Ao contrário de muitas outras marcas, usamos painéis de vários fabricantes, o que te dá muito mais escolha. E isso faz mesmo diferença, porque cada gamer tem preferências completamente diferentes no que toca a ecrãs. Não existe simplesmente um monitor “perfeito para todos”.

Para começar, fomos dos primeiros a juntar HDR com gaming no PC. Em 2018, demos aos gamers mais entusiastas uma forma de aproveitar o contraste e as cores melhoradas dos jogos em HDR com o ROG Swift PG27UQ. Antes disso, os ecrãs 4K HDR eram quase só usados para criação de conteúdo. Ao combinar uma taxa de atualização de 144 Hz com G-SYNC, este monitor acabou por ligar muito bem o mundo do gaming ao da criação. No ano seguinte, voltámos a subir a fasquia com o ROG Swift PG27UQX. Também juntava 4K, 144 Hz, HDR e G-SYNC, mas foi ainda mais longe ao incluir uma retroiluminação mini-LED com full-array local dimming (FALD) de 384 zonas.

Também fizemos apostas bem arrojadas no tamanho dos monitores. Normalmente, monitores gaming precisam de algum espaço, mas o ROG Strix XG17 foi mais longe onde outros não conseguiam, graças ao seu design ultra-fino. O nosso primeiro monitor portátil, o XG17, trouxe 17,3 polegadas de ecrã, uma taxa de atualização máxima de 240 Hz e a conveniência das ligações USB-C.

Para quem joga em consolas e gosta de ir “all in”, lançámos em 2021 o ROG Strix XG43UQ de 32 polegadas. Este “monstro” 4K a 120 Hz vinha com certificação HDMI 2.1, o que o tornou logo um favorito para quem queria tirar o máximo partido da PlayStation 5 ou da Xbox Series X. Mais tarde nesse mesmo ano, lançámos uma Xbox edition co-desenvolvida com a Microsoft. Com um modo Xbox integrado que otimiza cor, contraste e tons quando ligado a uma Xbox Series X ou Xbox Series S, este monitor entrega visuais mesmo muito fortes — exatamente como os developers idealizaram.

Two views of the ROG Swift PG65 Big Format Gaming Display, a massive monitor built for gamers

43 polegadas já é bastante para a maioria dos setups de gaming, mas o XG43UQ está longe de ser o maior monitor que já fizemos. Em 2018, levámos isso mesmo ao extremo com o enorme ROG Swift PG65 Big Format Gaming Display. Com 65 polegadas, este ecrã ocupava mais de 12 pés quadrados de área de superfície — basicamente, um “monstro” pensado para levar o gaming a uma escala completamente diferente.

A gamer plays a fast-paced game on a superultrawide gaming monitor, the ROG Swift OLED PG49WCD

Muitos gamers preferem um monitor que se estende mais na horizontal para uma experiência mais imersiva nos mundos de jogo — ou simplesmente para multitasking num só ecrã. O ROG Strix XG49VQ,lançado em 2019, deu aos jogadores uma enorme “faixa” de 49 polegadas de pixels num formato 32:9 e resolução 3840x1080. Mais tarde modelos seguintes — ajudados pelas novas gerações de placas gráficas — subiram a fasquia para 5120x1440, oferecendo uma imagem bem mais detalhada e nítida.

Para alguns gamers, a qualidade mais importante num monitor é a versatilidade. Eles querem conseguir alternar entre jogos competitivos super rápidos e títulos mais imersivos e focados na história, sem qualquer tipo de compromisso. No passado, era preciso escolher um lado na hora de comprar um monitor. Hoje já não. Agora existe a tecnologia dual-mode. Em 2024, lançámos o nosso primeiro monitor dual-mode, o ROG Swift OLED PG32UCDP. Com um simples botão, o monitor alterna entre 4K a 240 Hz e 1080p a 480 Hz, permitindo escolher entre mais detalhe visual ou uma fluidez extrema — dependendo do jogo que estás a jogar.  

A complete gaming setup including an ROG laptop, ROG Ally, gaming peripherals, and an ROG XG Series gaming monitor

Com qualquer tecnologia, há sempre um processo de inovação que a torna possível para os gamers desfrutarem dela. Mas também há outro lado: encontrar formas de tornar essa tecnologia acessível a uma grande variedade de jogadores. Em 2024, renovámos a nossa linha mainstream ROG XG Series com opções LCD e OLED, trazendo experiências de gaming de alta qualidade ao alcance de mais gamers, em todo o lado.

youtube preview image

Em 2026, estamos a levar tudo para uma direção completamente nova com os ROG XREAL R1 gaming glasses. Estes óculos usam um campo de visão amplo de 57° para te imergir num ecrã virtual privado. Na prática, usar isto é como estar a cerca de quatro metros de uma televisão gigante de 171 polegadas. A taxa de atualização de 240 Hz mantém a imagem super nítida, especialmente durante gaming. E ao contrário dos headsets de realidade virtual, estes óculos não te isolam do mundo real. O modo “Anchor” integrado permite “fixar” o ecrã num ponto virtual, para que possas desviar o olhar naturalmente e interagir com o que te rodeia sem perder a noção do display.

Uma longa e crescente lista de “primeiros no mundo”

É difícil acreditar que passaram apenas cerca de doze anos desde o lançamento do primeiro ecrã ROG. Em tão pouco tempo, a tecnologia de monitores avançou a uma velocidade brutal. As características que tornaram o ROG Swift PG278Q um verdadeiro “game-changer” estão agora disponíveis a preços muito mais mainstream. Os gamers passaram de discutir qual era o melhor tipo de painel LCD para debater, de forma bem apaixonada, as diferentes opções de OLED. A velha lista de compromissos que tinhas de fazer ao escolher um monitor para jogar Grand Theft Auto V no PC em 2015 já nem faz sentido quando escolhes um monitor para o jogar em 2026. (Já está mais do que na hora de uma sequela, não achas?)

Nestes doze anos, acumulámos uma série de recordes de “primeiro no mundo”. Mas aqui no laboratório, preocupamo-nos muito menos com o que veio primeiro e muito mais com o que vem a seguir. O nosso ritmo de inovação continua tão rápido como sempre, sem abrandar nada. Para veres as nossas mais recentes inovações em ecrãs, espreita a nossa linha CES 2026. E como 2026 marca também o 20.º aniversário da ROG, ainda há muito mais para vir.

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